sábado, 22 de agosto de 2009

Frustrações da sexta-feira

Ao embarcar no ônibus da auto viação São João apresentei o meu vale-educação que valeria até abril deste ano, mas por força de decreto a prefeitura prorrogou sua validade. O motorista aludiu-me quanto a necessidade de apresentar junto a este vale uma declaração da escola. Me senti constrangido por não possuir tal documento exigido para utilizar meu direito à gratuidade de ir para o trabalho. Acabei me alterando com o motorista o que creio que me garantiu o direito de embarcar e utilizar de seu transporte. Além disso, pedi o numero do telefone da referida auto viação São João para me certificar que essa exigência era verdadeira e/ou a prefeitura tinha ciência de tal fato uma vez que nenhum de meu superiores me avisara. Ao chegar à escola, do portão avisto a vicediretora Cláudia à porta do refeitório, ao atender a um responsável de aluno no portão, perco-a de vista. Então me dirigi até o local q ela se encontrava e perguntei às crianças que ali estavam com ela onde estava e me disseram q entrou para a cozinha. Ao perguntar na cozinha, as pessoas que ali se encontravam me disseram que ela havia passado ali e já se dirigiu para a secretaria utilizando a outra entrada da cozinha. Acredito que mentiram descaradamente, pois essa tal entrada eh um portão de grande com um cadeado grande trancado. Então contornei o refeitório por fora (mesmo local que eu entrei) e me dirigi até a secretaria e não a encontrei. Porém encontrei a Jaqueline, aproveitei para interpelá-la acerca da necessidade da declaração em sua resposta me disse que estava sabendo por conversas de terceiros mas não de modo oficial pela SMEC. Fui à secretaria procurá-la e já ssinei o ponto e percebi que havia um aviso de aula no sábado de manhã, peguei o ponto e fui até a cozinha pela grade que Cláudia havia saído e perguntei às mesmas se se Cláudia estava escondida ali dentro, na maior cara de pau, me propuseram entrar e procurar já que eu não acreditava nelas, mas eu estava ao lado do cadeado trancado. Depois da resposta bem dada, resolvi dar a volta para me dirigir até a sala de aula, foi entao que a encontrei lá em cima. Então falei com ela que aula no sabado de manhã seria inviável, uma vez que já era uma sexta de tarde e eu tinha compromisso no sábado de manhã, além disso meu horario é o vespertino, após relatei o acontecido e que eu precisava saber se essa exigência era oficial e pedi que ela ligasse para SMEC e confirmasse pois eu havia recebido um email da smec@campos.rj.gov.br, que me afirmava que os novos vales não estavam prontos mas que poderíamos estar utilizando os antigos. Ao me afirmar que estava sem creditos eu prontifiquei o meu celular, nessa ligação a SMEC se propôs a fazer as declarações já que a escola estava sem possibilidade de imprimir, mas que para isso teria que falar os dados dos professores e o timbre da escola pelo telefone entao eu propus mandar por email, ao desligar o telefone Cláudia alegando não saber fazer tal coisa (utilizar email) entao me prontifiquei a fazer isso uma vez que as atividades do dia com meus alunos era assistir ao DVD de folclore. Levei meus alunos para sala de informática com o aval de Cláudia para que os alunos pudessem assistir ao DVD da Coleção Folclore em Contos e Cantos da Editora Brasileitura para que enquanto isso eu pudesse enviar por email a relação de professores da nossa escola para a SMEC, serviço que por sinal não era para ser realizado por um professor. Ao encontrar os computadores sem conexão a rede, comuniquei-a que não poderia efetuar tal serviço. Após esse comunicado fui solicitado a retirar-me da sala de informática sob alegação de que não se pode utilizar a sala de informática sem a presença de pelo menos 1 (uma) das duas professoras responsáveis da sala. Então a mim foi sugerido, por Jaqueline que levasse as crianças para assistir novela, uma vez que as crianças não estavam gostando do DVD e portanto não haveria motivo para obrigar as crianças a assistir tal material multimídia e que além disso as criancas passaram da idade de assistir tal tipo de coisa. Conclusão: eu sou um burro que comprou um material não pode ser usado gerando um disperdício de dinheiro. E o poder público que deveria me fornecer material adequado ainda critica o meu.

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